terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Caixa postal lotada, filtros e gringos: a busca do Vasco por um centroavante

Jorginho, Zinho e Isaías Tinoco no treino do Vasco (Foto: Paulo Fernandes / vasco.com.br)
Jorginho falou, Martín Silva reiterou, virou público e notório: o Vasco está no mercado em busca de um atacante de área. Em um momento de especulações, diferentes nomes surgem a cada dia pelos lados de São Januário. E a diretoria cruz-maltina tem enfrentado um desafio para filtrar ao máximo as ofertas para reforçar o setor ofensivo. O processo é minucioso e passa por três etapas antes de uma negociação ter início para valer. Cuidados de quem sabe que não terá muita chance de errar.  
O primeiro filtro está no Centro de Inteligência e Análise (CIA) do clube. Comandado pelo analista de desempenho Pedro Monteiro, o setor vasculha o mercado à procura de nomes que se adequem ao perfil traçado pela comissão técnica. Estes mesmos profissionais são responsáveis por analisar os jogadores oferecidos diariamente à diretoria.   
Com auxílio de software e farto banco de dados, o CIA já identificou cerca de 300 nomes para o ataque. Obviamente, nem todos foram à frente. Existe a limitação financeira e a necessidade de aprovação por parte da comissão técnica, o segundo filtro. Ao alto escalão, chegam apenas os nomes considerados interessantes, para que se abra conversa. Quem está à frente das negociações é Eurico Brandão, o Euriquinho, filho do presidente, Eurico Miranda.   

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