Depois de mais de um mês foragido, Brayan Jiménez, ex-presidente da Federação de Futebol da Guatemala, foi preso na capital do país. O dirigente é acusado de corrupção no escândalo da Fifa e enfrentará ordem de extradição para os Estados Unidos.
Com acusações de crime organizado e lavagem de dinheiro pesando contra si, Jiménez foi indiciado pelo Departamento de Justiça dos EUA no dia 3 de dezembro de 2015, mesma data em que o presidente agora licenciado da CBF, Marco Polo del Nero, e o ex-mandatário da mesma entidade, Ricardo Teixeira, também apareceram na lista de investigados.
O guatemalteco desapareceu desde o dia seguinte ao indiciamento e foi procurado pelas forças policiais locais até esta terça-feira, quando foi encontrado irreconhecível em relação à aparência que ostentava quando ocupante do cargo máximo do futebol do país. Com cabelos grisalhos, barba por fazer e casaco marrom gasto, foi levado a um tribunal na Cidade da Guatemala.
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